A segurança e saúde no trabalho diz respeito a todos.

A existência de medidas eficazes na área da saúde e da segurança faz todo o sentido. Quer seja responsável por uma empresa multinacional ou seja proprietário de uma microempresa, um menor número de acidentes de trabalho e de doenças traduz-se diretamente em melhores resultados para a sua empresa. Locais de trabalho sãos e seguros aumentam a motivação e o empenho do pessoal. Além disso, bons resultados em matéria de saúde e segurança são um excelente cartão de visita para a sua empresa, que pode ajudá-lo a atrair novos talentos, clientes e investidores.

#ACTinforma #gestaoSST

Fonte: http://www.act.gov.pt/

Clique aqui para descarregar o guia em formato pdf.

OiRA: a avaliação de riscos simplificada


A OiRA, plataforma interativa em linha de avaliação de riscos criada pela EU-OSHA, foi uma importante realização dos 25 anos de trabalho da Agência de promoção e facilitação de uma cultura efetiva de avaliação e gestão de riscos no local de trabalho.

Esta plataforma de utilização fácil baseada na Internet ajuda as empresas europeias, em particular as micro e pequenas empresas (MPE), a avaliar e gerir os riscos de segurança e saúde no trabalho (SST) numa série de setores e em diversas línguas europeias.

A OiRA tem sido fundamental para a EU-OSHA e os seus parceiros chegarem às MPE, assim como para melhorar a segurança e saúde.

Leia o nosso novo artigo alusivo ao 25.º aniversário sobre o êxito do projeto OiRA

Saiba mais sobre a OiRA e descubra os instrumentos e materiais mais recentes  

Siga  #OiRAtools  nas redes sociais 

Fonte: https://osha.europa.eu/

Queimadura porquê?

A queimadura está entre os acidentes de trabalho mais comuns. Carateriza-se por uma lesão nos tecidos que causa nas vítimas sequelas físicas e psicológicas graves, constituindo, muitas vezes, causa de morte. Os riscos de queimadura são comuns a vários setores de atividade e podem resultar do contacto direto com o fogo, com vapores quentes, com sólidos superaquecidos ou incandescentes, com produtos químicos, radioativos ou com eletricidade. O risco de queimadura resultante de incêndio, pode existir em vários ambientes de trabalho: serviços, comércio, hotelaria e restauração, indústrias, entre outros.

PROTEJA-SE e informe-se em https://bit.ly/2W0oOul.

Fonte: act.gov.pt

Participe na Semana Europeia da Segurança e da Saúde no Trabalho 2019

A EU-OSHA e os seus parceiros voltaram a unir esforços para organizar centenas de eventos e atividades  de sensibilização em toda a Europa, entre 21 e 25 de outubro.

A Semana Europeia da Segurança e Saúde no Trabalho deste ano continua a apoiar o tema da atual Campanha Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis : gerir as substâncias perigosas no local de trabalho.

Contribua para tornar os locais de trabalho na Europa mais seguros e mais saudáveis através da promoção dos recursos da campanha , da participação num evento perto de si  ou da utilização da nossa ferramenta eletrónica sobre substâncias perigosas .

Leia o nosso comunicado de imprensa

Fonte: https://osha.europa.eu/

Como proteger os trabalhadores vulneráveis das substâncias perigosas?

Alguns grupos de trabalhadores correm mais riscos do que outros quando expostos a substâncias perigosas. Isto pode acontecer porque estes trabalhadores são inexperientes, não informados ou fisicamente mais vulneráveis. Outras razões incluem a mudanças de emprego frequentes, ou o trabalho em setores em que o conhecimento deste problema é baixo, ou uma sensibilidade fisiológica superior ou diferente.

A nova ficha informativa da EU-OSHA sobre os trabalhadores vulneráveis e as substâncias perigosas pode ajudar. Explica as responsabilidades dos empregadores, destaca que grupos de trabalhadores são particularmente vulneráveis, tais como os jovens trabalhadores, os migrantes ou as trabalhadoras grávidas e explica como ter em conta as suas necessidades através de uma avaliação de riscos eficaz e de medidas de prevenção.

Leia a ficha informativa

Visite o sítio Web da campanha «Locais de Trabalho Saudáveis»  

Saiba mais sobre grupos de trabalhadores em risco  

Fonte: https://osha.europa.eu/

Técnica de rolamento com três elementos

Fique a conhecer os princípios essenciais da técnica de rolamento com três elementos, sendo recomendada a leitura do manual de apoio e o seu treino sob supervisão de profissionais qualificados. Lembre-se que a sua aplicação prática pressupõe sempre a abordagem clínica da vítima e que pode ser condicionada por inúmeros fatores. 🚨 hashtag #Saúdehashtag #SNShashtag #GestosQueSalvam INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica https://bit.ly/353fVo9

Fonte: Serviço Nacional de Saúde / INEM / Escola Nacional de Bombeiros

X Congresso Fundação Portuguesa do Pulmão

Inscrição gratuíta

Tenho o gosto de comunicar a realização, no próximo dia 4 de outubro,
do 10º Congresso da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), a
ocorrer no Tryp Hotel de Leça da Palmeira, a que tenho a honra de
presidir.
A organização científica da reunião está a cargo da FPP.
Nesta Sociedade, em que ainda não aprendemos a viver com a nossa
saúde, a necessidade de alertar para os riscos da patologia respiratória é
o nosso principal objetivo, sendo necessária a discussão de temas
relacionados com prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças
respiratórias.
A reunião é dirigida a todos os que se interessam ou se relacionam com
esta patologia incluindo profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e
sociedade civil.
Aqui fica o meu convite para a participação neste evento de discussão e
partilha de conhecimento.
Obrigado,
Luís Rocha

Descarregue o pdf com a informação completa sobre o programa aqui.

Quais os direitos do trabalhador em matéria de formação?

#ACTinforma

O trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de 35 horas de formação contínua, que podem ser antecipadas ou diferidas por quatro anos, de acordo com o plano plurianual de formação elaborado pelo empregador.

Após o termo deste período de dois anos, o trabalhador fica com um crédito de horas de igual numero para frequentar formação por sua iniciativa. Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção de frequentar formação por sua iniciativa com a antecedência mínima de 10 dias.

A formação frequentada pelo trabalhador dá ainda direito à emissão de certificado de formação e a registo na Caderneta Individual de Competências do Trabalhador, nos termos do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações.

Dando-se o caso do empregador não assegurar ao trabalhador, ao longo de dois anos, as 35 horas de formação anual, fica o trabalhador legitimado a utilizar o crédito de horas correspondente ao número mínimo de horas de formação anual que não recebeu, para frequência de acções de formação por sua iniciativa.

Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção com a antecedência mínima de 10 dias e a formação por si escolhida deve ter correspondência com a actividade prestada, respeitar a tecnologias de informação e comunicação, segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira.

As horas de formação não organizadas pelo empregador convertem-se, quanto aos trabalhadores não contemplados por essas horas, em créditos acumuláveis ao longo de três anos, findo os quais cessa.

O exercício do direito de utilização dos créditos de horas de formação acumuladas da escolha do trabalhador podem e devem ser utilizados durante o período normal de trabalho.

O exercício do crédito de horas vale como serviço efectivo e confere direito a retribuição, o que significa que não será descontado no vencimento do trabalhador.

As horas que o trabalhador tem de dispensa ao trabalho para frequência de aulas e as faltas para prestação de provas de avaliação, ao abrigo do Estatuto de Trabalhador Estudante, contam para as 35 horas de formação anual contínua.

As ausências ao trabalho dadas pelo trabalhador no âmbito de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências são consideradas no cômputo das 35 horas de formação anual contínua.

Cessando o contrato de trabalho, o trabalhador tem direito a receber a retribuição correspondente ao número mínimo anual de horas de formação que não lhe tenha sido proporcionado, ou ao crédito de horas para formação de que seja titular à data da cessação.

Fonte: ACT https://www.facebook.com/act.gov.pt/photos/a.891700947508552/2881812691830691/?type=3&theater