X Congresso Fundação Portuguesa do Pulmão

Inscrição gratuíta

Tenho o gosto de comunicar a realização, no próximo dia 4 de outubro,
do 10º Congresso da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), a
ocorrer no Tryp Hotel de Leça da Palmeira, a que tenho a honra de
presidir.
A organização científica da reunião está a cargo da FPP.
Nesta Sociedade, em que ainda não aprendemos a viver com a nossa
saúde, a necessidade de alertar para os riscos da patologia respiratória é
o nosso principal objetivo, sendo necessária a discussão de temas
relacionados com prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças
respiratórias.
A reunião é dirigida a todos os que se interessam ou se relacionam com
esta patologia incluindo profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e
sociedade civil.
Aqui fica o meu convite para a participação neste evento de discussão e
partilha de conhecimento.
Obrigado,
Luís Rocha

Descarregue o pdf com a informação completa sobre o programa aqui.

Quais os direitos do trabalhador em matéria de formação?

#ACTinforma

O trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de 35 horas de formação contínua, que podem ser antecipadas ou diferidas por quatro anos, de acordo com o plano plurianual de formação elaborado pelo empregador.

Após o termo deste período de dois anos, o trabalhador fica com um crédito de horas de igual numero para frequentar formação por sua iniciativa. Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção de frequentar formação por sua iniciativa com a antecedência mínima de 10 dias.

A formação frequentada pelo trabalhador dá ainda direito à emissão de certificado de formação e a registo na Caderneta Individual de Competências do Trabalhador, nos termos do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações.

Dando-se o caso do empregador não assegurar ao trabalhador, ao longo de dois anos, as 35 horas de formação anual, fica o trabalhador legitimado a utilizar o crédito de horas correspondente ao número mínimo de horas de formação anual que não recebeu, para frequência de acções de formação por sua iniciativa.

Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção com a antecedência mínima de 10 dias e a formação por si escolhida deve ter correspondência com a actividade prestada, respeitar a tecnologias de informação e comunicação, segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira.

As horas de formação não organizadas pelo empregador convertem-se, quanto aos trabalhadores não contemplados por essas horas, em créditos acumuláveis ao longo de três anos, findo os quais cessa.

O exercício do direito de utilização dos créditos de horas de formação acumuladas da escolha do trabalhador podem e devem ser utilizados durante o período normal de trabalho.

O exercício do crédito de horas vale como serviço efectivo e confere direito a retribuição, o que significa que não será descontado no vencimento do trabalhador.

As horas que o trabalhador tem de dispensa ao trabalho para frequência de aulas e as faltas para prestação de provas de avaliação, ao abrigo do Estatuto de Trabalhador Estudante, contam para as 35 horas de formação anual contínua.

As ausências ao trabalho dadas pelo trabalhador no âmbito de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências são consideradas no cômputo das 35 horas de formação anual contínua.

Cessando o contrato de trabalho, o trabalhador tem direito a receber a retribuição correspondente ao número mínimo anual de horas de formação que não lhe tenha sido proporcionado, ou ao crédito de horas para formação de que seja titular à data da cessação.

Fonte: ACT https://www.facebook.com/act.gov.pt/photos/a.891700947508552/2881812691830691/?type=3&theater

As vantagens da formação no âmbito da segurança e saúde no trabalho

Segurança no Trabalho

Com o intuito principal de transmitir conhecimentos e sensibilizar os trabalhadores para os riscos a que se encontram expostos no seu dia laboral, a formação no âmbito da segurança e saúde no trabalho tem sido associada a impactos positivos ao nível dos indicadores de sinistralidade e desempenho. Esta contribui não só para o aumento dos conhecimentos dos trabalhadores (Aluko et al., 2016), como também influencia a perceção de risco (Evanoff et al., 2016) e compromisso com a segurança (Ford et al., 2014), traduzindo-se em comportamentos mais seguros por parte dos trabalhadores (Zimmer et al., 2017), numa menor taxa de acidentes de trabalho (Nielsen et al., 2015), e, consequentemente, num melhor desempenho de segurança e saúde no trabalho das organizações. A perceção de risco tem vindo a ser discutida como uma dimensão de extrema importância e que motiva o comportamento seguro, sendo considerada por muitos uma variável a ter em atenção numa ação de formação (Rodrigues et al., 2015). A forma como esta é intervencionada tem sido abordada, com o intuito de fortalecer os resultados positivos advindos das intervenções (Vale, 2015). Apesar da relevância da formação para a performance de segurança e saúde no trabalho das organizações, para se obterem resultados eficazes, é necessário adotar metodologias adequadas à realidade onde a mesma é ministrada. Esta questão é frequentemente enfatizada na literatura. Formação que exiga a participação dos trabalhadores tem revelado melhores resultados (Burke et al., 2011). Várias são as estratégias de formação que implicam o envolvimento dos trabalhadores no processo de aprendizagem, no entanto estas devem ser adaptadas a cada organização.


Referências Bibliográficas:
Aluko, O. O., Adebayo, A. E., Adebisi, T. F., Ewegbemi, M. K., Abidoye, A. T. & Popoola, B. F. (2016). Knowledge, attitudes and perceptions of occupational hazards and safety practices in Nigerian healthcare workers. BMC Research Notes, 9, 71.
Evanoff, B., Dale, A. M., Zeringue, A., Fuchs, M., Gaal, J. Lipscomb, H. J. & Kaskutas, V. (2016). Results of a fall prevention educational interven-tion for residential construction. Safety Science, 89, 301-307.
Ford, J., Henderson, R. & O’Hare, D. (2014). The effects of crew resource management (CRM) training on flight attendants’ safety attitudes. Journal Safety Research, 48, 49–56.
Zimmer, J., Hartl, S., Standfuß, K., Möhn, T., Bertsche, A., Frontini, R., Neininger, M. P. & Bertsche T. (2017). Handling of hazardous drugs–Effect of an innovative teaching session for nursing students. Nurse Education Today, 49, 72-78.
Nielsen, K. J., Kines, P., Pedersen, L. M., Andersen, L. P. & Andersen, D. R. (2015b). A multi-case study of the implementation of an integrated approach to safety in small enterprises. Safety Science, 71, 142–150.
Rodrigues, M. A., Arezes, P. M., & Leão, C. P. (2015). Risk acceptance in the furniture sector: analysis of acceptance level and relevant influence factors. Human and Ecological Risk Assessment: An International Journal, 21 (5), 1361-1378.
Vale, C. (2015). Análise da eficácia de diferentes tipologias de intervenção pedagógica: Programa de educação sobre segurança e saúde no trabalho para futuros jovens trabalhadores. Tese de Mestrado em Ambiente, Higiene e Segurança em Meio Escolar. Instituto Politécnico do Porto – Escola Superior de Saúde, Porto. 76 pp.
Burke, M., Salvador, R., Smith-Crowe, K., Chan Serafin, S., Smith, A., & Sonesh, S. (2011). The dread factor: How hazards and safety training in-fluence learning and performance. Journal of Applied Psychology, 96 (1), 46–70.

Formação Profissional

Formação Profissional

Sabia que o trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de 35 horas de formação profissional contínua, que podem ser antecipadas ou diferidas por quatro anos, de acordo com o plano plurianual de formação elaborado pelo empregador?

A Medilogics oferece um programa de formação profissional que assenta em horários curtos, modulares e com conteúdos muito práticos. Assim, é possível desenhar uma formação regular e multi conteúdos para os seus colaboradores, fácil de concretizar. Além disso , a formação Medilogics, está pensada para corresponder ao imperativo legal no que respeita à formação de trabalhadores.

Eis alguns exemplos do programa de formação Medilogics:

  • Gestão da segurança, higiene e saúde no trabalho.
  • Segurança contra incêndios.
  • Segurança na construção civil.
  • Prevenção de riscos em trabalhos em altura.
  • Doenças profissionais e medidas de prevenção.
  • Legislação laboral e obrigações legais das empresas.
  • Ergonomia e lesões músculo-esqueléticas.
  • Higiene pessoal e das instalações.
  • Armazenagem e preparação dos alimentos.
  • Trauma, socorro e modos de prevenção.

Formação Profissional – Para inscrições e mais informações por favor contacte-nos através do email formacao@medilogics.pt

Veja o calendário de formação profissional.

PERGUNTAS FREQUENTES.
O QUE É FORMAÇÃO CONTÍNUA?

Por formação contínua entende-se o processo de aquisição de conhecimentos, desenvolvido após a formação profissional inicial. Tem como finalidades a adaptação do trabalhador às transformações tecnológicas, técnicas e organizacionais, melhorar a sua empregabilidade e aumentar a competitividade e a produtividade da empresa.
A responsabilidade pela formação contínua está atribuída por lei ao empregador.

QUAIS SÃO OS DIREITOS DO TRABALHADOR EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO?

O trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de 35 horas de formação contínua, que podem ser antecipadas ou diferidas por quatro anos, de acordo com o plano plurianual de formação elaborado pelo empregador.
Após o termo deste período de dois anos, o trabalhador fica com um crédito de horas de igual numero para frequentar formação por sua iniciativa. Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção de frequentar formação por sua iniciativa com a antecedência mínima de 10 dias.
A formação frequentada pelo trabalhador dá ainda direito à emissão de certificado de formação e a registo na Caderneta Individual de Competências do Trabalhador, nos termos do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações.
Dando-se o caso do empregador não assegurar ao trabalhador, ao longo de dois anos, as 35 horas de formação anual, fica o trabalhador legitimado a utilizar o crédito de horas correspondente ao número mínimo de horas de formação anual que não recebeu, para frequência de acções de formação por sua iniciativa.
Neste caso, o trabalhador deve comunicar ao empregador a sua intenção com a antecedência mínima de 10 dias e a formação por si escolhida deve ter correspondência com a actividade prestada, respeitar a tecnologias de informação e comunicação, segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira.
As horas de formação não organizadas pelo empregador convertem-se, quanto aos trabalhadores não contemplados por essas horas, em créditos acumuláveis ao longo de três anos, findo os quais cessa.
O exercício do direito de utilização dos créditos de horas de formação acumuladas da escolha do trabalhador podem e devem ser utilizados durante o período normal de trabalho.

( fonte http://www.act.gov.pt )