DIA MUNDIAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR

Segurança Alimentar, uma responsabilidade de todos

Promover a segurança alimentar faz a diferença, e todos podemos desempenhar um papel ativo na prevenção de doenças de origem alimentar.

Os governos são fundamentais para garantir que todos possamos consumir alimentos seguros e nutritivos. São os responsáveis por desenvolver normas e políticas de segurança e qualidade alimentar e estão envolvidos na promoção da colaboração multissetorial na saúde pública, saúde animal, agricultura e outros setores, promovendo, também, o diálogo ao longo de toda a cadeia alimentar para garantir que as boas práticas são respeitadas, desde a produção primária até ao consumidor final.

As autoridades competentes são responsáveis por gerir os riscos de segurança dos alimentos ao longo de toda a cadeia alimentar, através da execução de controlos oficiais robustos e rigorosos, de modo a verificar a segurança dos alimentos produzidos pelas empresas do setor.

As empresas do setor alimentar são, definitivamente, as responsáveis por garantir que os alimentos que produzem, transformam e distribuem são seguros para o consumidor. Para alcançar a segurança alimentar, aumentar a confiança dos consumidores e garantir a sua permanência no mercado, todas as empresas devem seguir e implementar as normas e as políticas de segurança e qualidade impostas pelos governos, nomeadamente através da criação, aplicação e manutenção de um processo ou processos permanentes baseados nos princípios HACCP. Além disso, a comunicação entre as empresas e as partes interessadas é fundamental, e tanto os colaboradores como os clientes beneficiam em saber como manter os alimentos seguros, quer seja na fase de produção ou após a compra.

Os clientes/consumidores necessitam de acesso a informações oportunas, claras e confiáveis para estar cientes das suas escolhas alimentares e do que podem e devem fazer quando compram, armazenam, cozinham e consomem alimentos, para garantir que os mesmos continuam seguros, nomeadamente:

  1. Manter a limpeza das mãos e das superfícies, equipamentos e utensílios;
  2. Separar os alimentos crus dos alimentos cozinhados;
  3. Cozinhar bem os alimentos (temperaturas superiores a 75 ºC);
  4. Manter os alimentos a temperaturas seguras (abaixo dos 5 ºC ou acima dos 65 ºC);
  5. Usar água e matérias-primas seguras.

“Seguir estas cinco chaves ajuda os consumidores a saber que estão a manipular os alimentos com segurança, evitando a multiplicação de microrganismos.”

“As cinco chaves para a segurança dos alimentos são simples e práticas, e podem ser aplicadas quer nas nossas casas, quer nos estabelecimentos alimentares.”

A acrescentar a isto, as empresas de consultoria técnica, como a Biocheck – Higiene e Segurança Alimentar, Lda., também desempenham um papel fulcral na redução dos riscos alimentares, contribuindo para a manutenção da saúde dos consumidores, uma vez que procuram assegurar que:

  • os sistemas de controlo alimentar dos seus clientes são adequados para o propósito;
  • as empresas alimentares, assim como os seus colaboradores, estão cientes das regras e da legislação em vigor, bem como dos perigos de descurar as normas de segurança alimentar.

Entre em contacto com a Biocheck, Lda. para saber mais sobre os nossos serviços.

Fonte: FAO/WHO

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