Espaço confinado é qualquer local com aberturas limitadas de entrada e saída, com ventilação natural desfavorável e níveis deficientes de oxigénio, podendo conter ou produzir contaminantes químicos tóxicos ou inflamáveis e que não está concebido para uma ocupação contínua por trabalhadores.
Por norma, a ocupação destes espaços deve-se a trabalhos de construção, limpeza, pintura, manutenção e reparação, sendo que os trabalhadores que entrem nestes espaços devem adotar um conjunto de medidas de segurança com o intuito de evitar a ocorrência de acidentes de trabalho.
RISCOS EM ESPAÇOS CONFINADOS
MEDIDAS PREVENTIVAS
De forma a prevenir a ocorrência de acidentes de trabalho devem ser adotadas algumas medidas preventivas, tais como:
A realização de formação profissional (de forma a possibilitar os trabalhadores a identificarem um espaço confinado e a gravidade dos riscos existentes);
Realização de avaliações de risco;
Emissão de uma autorização de entrada em espaço confinado (os trabalhos em espaços confinados só deverão ser realizados após a obtenção de uma autorização de trabalho, cuja emissão compete ao responsável de obra);
Deve ocorrer a medição e controlo da atmosfera;
Sempre que necessário, devem ser utilizados os devidos equipamentos de proteção individual (EPI’s);
Realização de exames de saúde aos trabalhadores.
A Medilogics, S.A. tem à sua disposição Formação Profissional Certificada no âmbito dos Espaços Confinados, ministrada por profissionais competentes.
Segundo o Decreto–Lei nº. 330/93 de 25 de setembro, a movimentação manual de cargas é “qualquer operação de transporte e sustentação de uma carga, por um ou mais trabalhadores, que devido às suas características ou condições ergonómicas desfavoráveis, comporte riscos para os mesmos, nomeadamente na região dorso-lombar”.
O transporte manual de cargas envolve partes ou todo o corpo, e mesmo que a carga a movimentar não seja muito pesada ou volumosa, a baixa eficiência do sistema muscular humano torna este trabalho pesado, provocando rapidamente fadiga com consequências gravosas, nomeadamente aumentando o risco de ocorrência de acidentes de trabalho ou de incidência de doenças profissionais.
O facto de um grande número de acidentes e faltas ao trabalho serem devidos a problemas da coluna vertebral, resulta desta parte do corpo ser a mais afetada por traumatismos consecutivos, originados na deficiente utilização do dorso.
Atualmente, os conhecimentos científicos permitem-nos estabelecer uma correlação efetiva entre as lesões dorso lombares, as perturbações músculo-esqueléticas e as condições de trabalho, sobretudo no que diz respeito a fatores físicos, organizacionais e sociais, fornecendo-nos elementos suficientes que possibilitam atuar eficazmente na redução das causas que conduzem a estas doenças.
A movimentação manual de uma carga pode apresentar um risco, nomeadamente dorso-lombar, nos seguintes casos:
Carga demasiado pesada – superior a 30Kg em operações ocasionais e superior a 20Kg em operações frequentes;
Carga muito volumosa ou difícil de agarrar;
Carga em equilíbrio instável ou com conteúdo sujeito a deslocações;
Carga colocada de tal modo que tem de ser mantida ou manipulada à distância do tronco, ou com flexão ou torção do tronco;
Carga suscetível, devido ao seu aspeto exterior e à sua consistência, de provocar lesões no trabalhador, nomeadamente em caso de choque.
Quais as obrigações da entidade patronal nesta matéria?
Avaliar os riscos associados à movimentação manual de cargas;
Tomar as medidas de organização adequadas (ergonomia dos postos de trabalho), ou utilizar os meios apropriados, nomeadamente equipamentos mecânicos, com o objetivo de evitar a necessidade de uma movimentação manual de cargas pelos trabalhadores.
Organizar os postos de trabalho, tendo em conta as cargas em causa, os esforços físicos exigidos aos trabalhadores e os fatores pessoais (aptidão física, estrutura dos membros, vestuário de trabalho, etc.);
Informar os trabalhadores sobre a matéria, solicitar-lhes a sua opinião e proporcionar-lhes formação adequada.
Posto de trabalho (bancadas, prateleiras, equipamentos, etc.) deve ser projetado tendo em conta a ocorrência de tarefas que obrigam a levantamento de cargas;
Limitar o levantamento de pesos a 20 Kg, no máximo, para levantamentos repetitivos em determinadas circunstâncias.
Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!
Legislação aplicável: Decreto-Lei nº330/93 de 25 de setembro
A Medilogics venceu s Prémio de Segurança 2023 da Security Magazine – Revista dos profissionais de segurança na categoria de Melhor Projecto de Cybersecurity Awareness com a candidatura “Agente Especial de Cibersegurança”.
Os Prémios de Segurança da Security Magazine constituem-se como uma forma pública de distinguir simbolicamente as organizações que, a cada ano, se tenham distinguido na implementação e difusão de projectos inovadores, melhores práticas, desenvolvimentos realizados em matéria de segurança em Portugal, levados a cabo pelas suas pessoas, as quais, diariamente, prevêem, acautelam, avaliam, medem, projectam, protegem, implementam, gerem, arriscam e confiam que é possível.
A Security Magazine encara o sector da segurança como um todo – que não pode, e nem deve, ser visto em partes isoladas. Os elos entre todas as áreas de segurança são essenciais para o estabelecimento de uma verdadeira cultura de segurança numa organização.
A cibersegurança hoje, é uma preocupação crescente nas empresas, e a implementação de projetos de sensibilização é fundamental para garantir uma formação adequada nesta área e assim mitigar as quebras de segurança bem como garantir a integridade, confidencialidade e a disponibilidade da informação.
Os primeiros passos para implementar um projeto deste tipo é identificar as áreas de risco e é importante que as equipas de cibersegurança realizem uma avaliação de riscos com a finalidade de identificar as vulnerabilidades da empresa.
Entre as várias áreas de risco existem as que são internas às empresas e relacionadas com os seus recursos humanos. Cerca de 65% dos cibercriminosos usam como o seu vetor de ataque principal as campanhas de phishing dirigida aos colaboradores. É por isso vital desenvolver um programa de formação personalizado a cada empresa.
Os colaboradores devem ser treinados em todas as áreas da cibersegurança, como as políticas de palavras-passe fortes, phishing, engenharia social e segurança sobretudo relacionada com os dispositivos móveis. O conhecimento sobre como identificar uma potencial ameaça é crucial, assim como a sensibilização para a importância da celeridade no report de incidentes.
Em resumo, a implementação de um projeto de sensibilização sobre a temática, que faça de todos os colaboradores “Agentes Especiais de Cibersegurança”.
A comunicação é a base para que os colaboradores trabalhem com foco nos objetivos estratégicos da empresa, sendo fundamental para o sucesso da organização. É assim divulgada a missão, a visão, os valores e as ações e estratégias da organização.
A falha deste processo pode causar perdas financeiras, afetar significativamente o ambiente de trabalho e consequentemente o seu desempenho e produtividade.
A comunicação atua também como facilitadora de tomada de decisões, proporcionando os dados necessários para a identificação e avaliação de alternativas e para a tomada de decisões da gestão.
No âmbito da segurança e saúde no trabalho, é crucial a comunicação de risco. Esta encontra-se intimamente relacionada com perceção ou consciência de risco. As perceções de riscos laborais traduzem a visão dos trabalhadores sobre os riscos aos quais se encontram expostos no decurso da sua atividade laboral, pelo que a eficiente e clara comunicação das características do risco, a sua probabilidade de ocorrência e a vulnerabilidade pessoal do indivíduo é fundamental na prevenção de acidentes ou incidentes de trabalho.
Etapas para que os profissionais mantenham uma comunicação eficaz:
Identificar o público-alvo;
Identificar o que o público-alvo deve fazer;
Se necessário, identificar os recursos necessários para implementar as ações;
Se possível, prever reações e tomar medidas preventivas;
Decidir qual o meio apropriado para a comunicação;
Paris, N., Gutteling, J. (2018). Risk Communication in SMEs. In G. Boustras & F. Guldenmund, (Eds.), Safety Management in Small and Medium Sized Enterprises (SMEs) [e-Book]. CRC Press
Nunca a importância da formação profissional foi tão evidente como nos tempos atuais, tanto para quem emprega como para os próprios trabalhadores das organizações.
De acordo com o código do trabalho, que no nº 2 do artigo nº 131 define que o trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de quarenta horas de formação contínua, cada vez mais, a formação profissional é encarada como um fator de excelência na valorização do capital humano e das próprias organizações, deixando de ser vista como uma perda de tempo e passando a ser encarada como um investimento essencial com retorno efetivo.
Apostar na formação dos trabalhadores é investir na competitividade das empresas e no sucesso pessoal e profissional de todos. Com a formação profissional os trabalhadores aprendem novos conhecimentos e habilitam-se para um contexto cada vez mais exigente no qual a inovação, a criatividade, a necessidade de mudança e a competitividade são uma constante.
Os trabalhadores que possuem formação contínua têm assim possibilidade de atualizar os seus conhecimentos e desenvolver as suas competências, tendem a estar mais motivados para permanecer e fazer crescer as empresas, entre outras vantagens.
Para a execução da formação, devemos proceder à elaboração de um plano de formação ajustado às necessidades das empresas, de modo a ter os efeitos desejados. É importante utilizar metodologias de formação adequadas ao público-alvo e suscetíveis de provocar uma mudança positiva.
Na MEDILOGICS, SERVIÇOS MÉDICOS, S.A. (certificada pela DGERT) elaboramos planos de formação adaptados à sua empresa, não hesite em entrar em contacto.
A atividade formativa da MEDILOGICS, SERVIÇOS MÉDICOS, S.A. insere-se nas seguintes áreas de formação:
Segurança Alimentar, uma responsabilidade de todos
Promover a segurança alimentar faz a diferença, e todos podemos desempenhar um papel ativo na prevenção de doenças de origem alimentar.
Os governos são fundamentais para garantir que todos possamos consumir alimentos seguros e nutritivos. São os responsáveis por desenvolver normas e políticas de segurança e qualidade alimentar e estão envolvidos na promoção da colaboração multissetorial na saúde pública, saúde animal, agricultura e outros setores, promovendo, também, o diálogo ao longo de toda a cadeia alimentar para garantir que as boas práticas são respeitadas, desde a produção primária até ao consumidor final.
As autoridades competentes são responsáveis por gerir os riscos de segurança dos alimentos ao longo de toda a cadeia alimentar, através da execução de controlos oficiais robustos e rigorosos, de modo a verificar a segurança dos alimentos produzidos pelas empresas do setor.
As empresas do setor alimentar são, definitivamente, as responsáveis por garantir que os alimentos que produzem, transformam e distribuem são seguros para o consumidor. Para alcançar a segurança alimentar, aumentar a confiança dos consumidores e garantir a sua permanência no mercado, todas as empresas devem seguir e implementar as normas e as políticas de segurança e qualidade impostas pelos governos, nomeadamente através da criação, aplicação e manutenção de um processo ou processos permanentes baseados nos princípios HACCP. Além disso, a comunicação entre as empresas e as partes interessadas é fundamental, e tanto os colaboradores como os clientes beneficiam em saber como manter os alimentos seguros, quer seja na fase de produção ou após a compra.
Os clientes/consumidores necessitam de acesso a informações oportunas, claras e confiáveis para estar cientes das suas escolhas alimentares e do que podem e devem fazer quando compram, armazenam, cozinham e consomem alimentos, para garantir que os mesmos continuam seguros, nomeadamente:
Manter a limpeza das mãos e das superfícies, equipamentos e utensílios;
Separar os alimentos crus dos alimentos cozinhados;
Cozinhar bem os alimentos (temperaturas superiores a 75 ºC);
Manter os alimentos a temperaturas seguras (abaixo dos 5 ºC ou acima dos 65 ºC);
Usar água e matérias-primas seguras.
“Seguir estas cinco chaves ajuda os consumidores a saber que estão a manipular os alimentos com segurança, evitando a multiplicação de microrganismos.”
“As cinco chaves para a segurança dos alimentos são simples e práticas, e podem ser aplicadas quer nas nossas casas, quer nos estabelecimentos alimentares.”
A acrescentar a isto, as empresas de consultoria técnica, como a Biocheck – Higiene e Segurança Alimentar, Lda., também desempenham um papel fulcral na redução dos riscos alimentares, contribuindo para a manutenção da saúde dos consumidores, uma vez que procuram assegurar que:
os sistemas de controlo alimentar dos seus clientes são adequados para o propósito;
as empresas alimentares, assim como os seus colaboradores, estão cientes das regras e da legislação em vigor, bem como dos perigos de descurar as normas de segurança alimentar.
Entre em contacto com a Biocheck, Lda. para saber mais sobre os nossos serviços.
Todos ouvimos falar em bullying. E o que é o cyberbullying?
Como definição é o bullying realizado por meio das tecnologias digitais. Trata-se de um comportamento repetido; com o objetivo de intimidar, ameaçar, enfurecer ou até envergonhar aqueles que são vítimas.
O bullying presencial e o virtual podem acontecer lado-a-lado, porém este último deixa sempre um rasto virtual o que pode tornar útil para ajudar a dar fim aos abusos.
Algumas questões podem aqui ser levantadas:
Diferença entre brincadeira e bullying;
Os seus efeitos na saúde mental e física do trabalhador;
Com quem posso falar sobre este assunto;
Qual o papel das empresas nesta situação;
Sendo a conexão digital importante nas relações profissionais, como devo mantê-las;
Existe punição.
O cyberbullying nas relações de trabalho deve incluir um programa de combate à intimidação sistemática com a construção de um ambiente laboral de relações éticas, códigos de conduta claros e objetivos, canais de denúncia efetivos e com resultados visíveis na Responsabilidade Social da Empresa.
Não deve ser confundido com stresse profissional, ou até com sobrecargas e condições de trabalho, ou mesmo gestão por injúria, agressões e imposições profissionais.
As agendas dos setores empresarias, dos sindicatos e até do Ministério Público devem ter este assunto como objetivo e comprometimento.
Em suma, trata-se de um assédio moral que corresponde à manifestação de práticas hostis por via das tecnologias de informação em que o teletrabalho contribuiu de forma significativa com, por exemplo, a realização de videochamadas utilizando plataformas digitais como o Zoom, Teams, Skype, WhatsApp e o Correio Eletrónico.
Compete a cada um de nós e empresas estabelecer regras sobre o uso de tecnologias.
As máquinas, equipamentos, estruturas dos edifícios e locais de trabalho que não sejam objeto de manutenção regular, acabam por se tornar excessivamente PERIGOSOS.
As ações de manutenção de máquinas e equipamentos de trabalho são obrigatórias e têm por finalidade assegurar que as máquinas e equipamentos reúnem as condições de segurança mínimas na sua utilização. A verificação periódica garante a prevenção de possíveis acidentes de trabalho e doenças profissionais e permite um aumento de vida útil das máquinas e equipamentos.
As ações de verificação e inspeção de máquinas e equipamentos de trabalho devem ser realizadas por organismos competentes. O Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25/02, na alínea f) do art.º n.º 2, descreve como pessoa competente:
“(…) a pessoa que tenha ou, no caso de ser pessoa coletiva, para a qual trabalhe pessoa com conhecimentos teóricos e práticos e experiência no tipo de equipamento a verificar, adequados à deteção de defeitos ou deficiências e à avaliação da sua importância em relação à segurança na utilização do referido equipamento.”
O nível necessário de competência varia de acordo com as inspeções, de acordo com o tipo de equipamento e como/onde o mesmo é usado. Muitas vezes pode ser feito internamente por funcionários experientes, tendo em conta:
As recomendações do fabricante;
A experiência com o equipamento (o seu uso, fatores particulares do local de trabalho e os trabalhadores que o utilizam).
Manter a manutenção em dia representa benefícios não só para a empresa, mas sobretudo para a saúde e segurança dos trabalhadores.
Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!
Legislação aplicável: Decreto- Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é uma iniciativa desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, que define prioridades e aspirações globais para o ano de 2030 em áreas que afetam a qualidade de vida de todos os cidadãos.
Adotada por todos os países – desenvolvidos e em desenvolvimento – dos Estados-Membros, a Agenda 2030 procura mobilizar esforços em torno de um conjunto de objetivos e metas comuns. São 17 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que integram a Agenda 2030 e englobam estratégias para melhorar a saúde e a educação, reduzir a desigualdade, estimular o crescimento económico, combater as alterações climáticas e preservar os ecossistemas.
Os ODS foram desenvolvidos a partir dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), uma iniciativa desenvolvida entre 2000 e 2015, que alcançou um grande sucesso a nível global. Atualmente, o objetivo é chegar ainda mais longe e desencadear novas parcerias para atingir coletivamente os 17 ODS até 2030.
A Segurança Alimentar – no seu sentido mais amplo, que integra a higiene e salubridade dos alimentos (Food Safety) e o acesso suficiente a alimentos nutritivos, seguros e saudáveis (Food Security) – é um dos principais fatores que influenciam a saúde pública e consequentemente, a qualidade de vida da população, tento um papel crucial nas ações coletivas da Agenda 2030.
Nesta perspetiva, a Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu a Estratégia Global para a Segurança Alimentar 2022-2030, uma estratégia destinada a aumentar os níveis de Segurança Alimentar a nível global, apoiando os Estados-Membros nos seus esforços para que esta seja parte integrante nas suas políticas de saúde, agricultura, comércio, ambiente e desenvolvimento.
A Estratégia Global para a Segurança Alimentar 2022-2030 convida todos os países dos Estados-Membros a considerarem “Uma Só Saúde”, isto permitirá detetar e prevenir doenças existentes e emergentes ligadas ao Homem, aos animais e ao ambiente, mitigando assim as questões de saúde pública relacionadas com a alimentação que resultam destas interações.
Sem dúvida, a Segurança Alimentar é um fator fundamental para alcançar os ODS, e está especialmente relacionada com:
ODS 1 – Erradicar a pobreza: As doenças de origem alimentar são uma das principais causas de doença agudas ou crónicas nas populações mais carenciadas podendo, em casos extremos, levar à morte.
ODS 2 – Acabar com a fome: Uma fraca alimentação, reduz a absorção de nutrientes, principalmente em grupos vulneráveis, estando fortemente associada à desnutrição. A presença de perigos alimentares pode levar à escassez de alimentos.
ODS3 – Vida Saudável: As doenças de origem alimentar têm um impacto negativo nas populações mais vulneráreis, sendo que, muitas destas doenças são causadas pelo consumo de alimentos inseguros.
ODS 12 – Produção e consumo sustentáveis – Reforçar a capacidade regulamentar, científica e tecnológica de cada país pode assegurar padrões sustentáveis de produção e consumo de alimentos cada vez melhores.
Além destes, de acordo com a Estratégia Global da OMS, a Segurança Alimentar está também diretamente interligada ao ODS 6 – Água e Saneamento, ODS 8 – Trabalho digno e crescimento económico e ao ODS 17 – Parcerias para o desenvolvimento.
Este protejo delineia os passos iniciais para as ações que devem ser adotadas a nível de Sistemas de Segurança Alimentar para melhorar a qualidade e disponibilidade dos alimentos, garantindo um futuro próspero para Todos.
Se estiver interessado em implementar um Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar e, desta forma, contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nós podemos ajudar!
Entre em contacto com a nossa empresa através do nosso site www.biocheck.pt.
Referências:
BCSD Portugal. (s.d.). Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Consultado em https://ods.pt/ods/
Feed the Future. (2021). The Integral Role of Food Safety in Strengthening Food Systems. The U.S. Government’s Global hunger & food security initiative.
Grace, D. (2017). Food safety and the sustainable development goals.
WHO. (2022). WHO global strategy for food safety 2022–2030: towards stronger food safety systems and global cooperation. Executive summary
A segurança no trabalho é uma preocupação essencial para empresas de todos os setores, mas à medida que as mesmas se tornam mais dependentes da tecnologia, a cibersegurança também ganha um papel relevante na própria segurança no trabalho. Com o aumento do trabalho à distância e a crescente ameaça de ataques informáticos, é importante que as empresas protejam os seus colaboradores e os seus dados.
A cibersegurança começa com o user awareness. A formação sobre as melhores práticas de segurança, como o uso de palavras-passe seguras e a atualização regular dos softwares. E para cumprir este objetivo a formação profissional neste tema é fundamental para que cada colaborador, seja ele próprio, um Agente Especial de Cibersegurança.
Além disso, é importante que as empresas implementem políticas de segurança abrangentes, que incluam a criptografia de dados sensíveis, a implementação de firewalls e a realização regular de auditorias de segurança. As empresas também devem ter planos de contingência para lidar com possíveis quebras de segurança e estar preparadas para reagir rapidamente a qualquer ameaça.
Os colaboradores que estão a trabalhar a partir de casa, devem ser orientados sobre como podem proteger seus dispositivos pessoais e redes domésticas para evitar os ataques.
Além disso, é importante que as empresas tenham em mente a segurança física dos colaboradores nos seus locais de trabalho, garantindo que os sistemas de segurança, como camaras e alarmes, estão a funcionar corretamente.
A relação entre segurança no trabalho e cibersegurança é clara: a cibersegurança tornou-se uma parte essencial da segurança no trabalho. As empresas precisam proteger a informação e os colaboradores para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável.
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