PRÉMIO DE SEGURANÇA 2023 – SECURITY MAGAZINE

A Medilogics venceu s Prémio de Segurança 2023 da Security Magazine – Revista dos
profissionais de segurança na categoria de Melhor Projecto de Cybersecurity Awareness com a candidatura “Agente Especial de Cibersegurança”.

Os Prémios de Segurança da Security Magazine constituem-se como uma forma pública de distinguir simbolicamente as organizações que, a cada ano, se tenham distinguido na
implementação e difusão de projectos inovadores, melhores práticas, desenvolvimentos
realizados em matéria de segurança em Portugal, levados a cabo pelas suas pessoas, as quais, diariamente, prevêem, acautelam, avaliam, medem, projectam, protegem, implementam, gerem, arriscam e confiam que é possível.

A Security Magazine encara o sector da segurança como um todo – que não pode, e nem deve, ser visto em partes isoladas. Os elos entre todas as áreas de segurança são essenciais para o estabelecimento de uma verdadeira cultura de segurança numa organização.

A cibersegurança hoje, é uma preocupação crescente nas empresas, e a implementação de projetos de sensibilização é fundamental para garantir uma formação adequada nesta área e assim mitigar as quebras de segurança bem como garantir a integridade, confidencialidade e a disponibilidade da informação.

Os primeiros passos para implementar um projeto deste tipo é identificar as áreas de risco e é importante que as equipas de cibersegurança realizem uma avaliação de riscos com a finalidade de identificar as vulnerabilidades da empresa.

Entre as várias áreas de risco existem as que são internas às empresas e relacionadas com os seus recursos humanos. Cerca de 65% dos cibercriminosos usam como o seu vetor de ataque principal as campanhas de phishing dirigida aos colaboradores. É por isso vital desenvolver um programa de formação personalizado a cada empresa.

Os colaboradores devem ser treinados em todas as áreas da cibersegurança, como as políticas de palavras-passe fortes, phishing, engenharia social e segurança sobretudo relacionada com os dispositivos móveis. O conhecimento sobre como identificar uma potencial ameaça é crucial, assim como a sensibilização para a importância da celeridade no report de incidentes.

Em resumo, a implementação de um projeto de sensibilização sobre a temática, que faça de todos os colaboradores “Agentes Especiais de Cibersegurança”.

IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES

photo of people leaning on wooden table

A comunicação é a base para que os colaboradores trabalhem com foco nos objetivos estratégicos da empresa, sendo fundamental para o sucesso da organização. É assim divulgada a missão, a visão, os valores e as ações e estratégias da organização.

A falha deste processo pode causar perdas financeiras, afetar significativamente o ambiente de trabalho e consequentemente o seu desempenho e produtividade.

A comunicação atua também como facilitadora de tomada de decisões, proporcionando os dados necessários para a identificação e avaliação de alternativas e para a tomada de decisões da gestão.

No âmbito da segurança e saúde no trabalho, é crucial a comunicação de risco. Esta encontra-se intimamente relacionada com perceção ou consciência de risco. As perceções de riscos laborais traduzem a visão dos trabalhadores sobre os riscos aos quais se encontram expostos no decurso da sua atividade laboral, pelo que a eficiente e clara comunicação das características do risco, a sua probabilidade de ocorrência e a vulnerabilidade pessoal do indivíduo é fundamental na prevenção de acidentes ou incidentes de trabalho.

Etapas para que os profissionais mantenham uma comunicação eficaz:

  • Identificar o público-alvo;
  • Identificar o que o público-alvo deve fazer;
  • Se necessário, identificar os recursos necessários para implementar as ações;
  • Se possível, prever reações e tomar medidas preventivas;
  • Decidir qual o meio apropriado para a comunicação;

Bibliografia

Areosa, J. (2012). A importâncias das perceções de riscos dos trabalhadores. https://www.researchgate.net/publication/331315385_A_importancia_das_percecoes_de_riscos_dos_trabalhadores

Paris, N., Gutteling, J. (2018). Risk Communication in SMEs. In G. Boustras & F. Guldenmund, (Eds.), Safety Management in Small and Medium Sized Enterprises (SMEs) [e-Book]. CRC Press

PLANO DE FORMAÇÃO NAS EMPRESAS

strict female teacher with book pointing at scribbled blackboard

Nunca a importância da formação profissional foi tão evidente como nos tempos atuais, tanto para quem emprega como para os próprios trabalhadores das organizações.

De acordo com o código do trabalho, que no nº 2 do artigo nº 131 define que o trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de quarenta horas de formação contínua, cada vez mais, a formação profissional é encarada como um fator de excelência na valorização do capital humano e das próprias organizações, deixando de ser vista como uma perda de tempo e passando a ser encarada como um investimento essencial com retorno efetivo.

Apostar na formação dos trabalhadores é investir na competitividade das empresas e no sucesso pessoal e profissional de todos. Com a formação profissional os trabalhadores aprendem novos conhecimentos e habilitam-se para um contexto cada vez mais exigente no qual a inovação, a criatividade, a necessidade de mudança e a competitividade são uma constante.

Os trabalhadores que possuem formação contínua têm assim possibilidade de atualizar os seus conhecimentos e desenvolver as suas competências, tendem a estar mais motivados para permanecer e fazer crescer as empresas, entre outras vantagens.

Para a execução da formação, devemos proceder à elaboração de um plano de formação ajustado às necessidades das empresas, de modo a ter os efeitos desejados. É importante utilizar metodologias de formação adequadas ao público-alvo e suscetíveis de provocar uma mudança positiva.

Na MEDILOGICS, SERVIÇOS MÉDICOS, S.A. (certificada pela DGERT) elaboramos planos de formação adaptados à sua empresa, não hesite em entrar em contacto.

A atividade formativa da MEDILOGICS, SERVIÇOS MÉDICOS, S.A. insere-se nas seguintes áreas de formação:

  • 862_Segurança no Trabalho
  • 090_Desenvolvimento Pessoal
  • 861_Proteção de Pessoas e Bens
  • 541_Indústrias Alimentares
  • 729_Saude

Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!

Legislação aplicável: Código de trabalho

DIA MUNDIAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR

flat lay photography of vegetable salad on plate

Segurança Alimentar, uma responsabilidade de todos

Promover a segurança alimentar faz a diferença, e todos podemos desempenhar um papel ativo na prevenção de doenças de origem alimentar.

Os governos são fundamentais para garantir que todos possamos consumir alimentos seguros e nutritivos. São os responsáveis por desenvolver normas e políticas de segurança e qualidade alimentar e estão envolvidos na promoção da colaboração multissetorial na saúde pública, saúde animal, agricultura e outros setores, promovendo, também, o diálogo ao longo de toda a cadeia alimentar para garantir que as boas práticas são respeitadas, desde a produção primária até ao consumidor final.

As autoridades competentes são responsáveis por gerir os riscos de segurança dos alimentos ao longo de toda a cadeia alimentar, através da execução de controlos oficiais robustos e rigorosos, de modo a verificar a segurança dos alimentos produzidos pelas empresas do setor.

As empresas do setor alimentar são, definitivamente, as responsáveis por garantir que os alimentos que produzem, transformam e distribuem são seguros para o consumidor. Para alcançar a segurança alimentar, aumentar a confiança dos consumidores e garantir a sua permanência no mercado, todas as empresas devem seguir e implementar as normas e as políticas de segurança e qualidade impostas pelos governos, nomeadamente através da criação, aplicação e manutenção de um processo ou processos permanentes baseados nos princípios HACCP. Além disso, a comunicação entre as empresas e as partes interessadas é fundamental, e tanto os colaboradores como os clientes beneficiam em saber como manter os alimentos seguros, quer seja na fase de produção ou após a compra.

Os clientes/consumidores necessitam de acesso a informações oportunas, claras e confiáveis para estar cientes das suas escolhas alimentares e do que podem e devem fazer quando compram, armazenam, cozinham e consomem alimentos, para garantir que os mesmos continuam seguros, nomeadamente:

  1. Manter a limpeza das mãos e das superfícies, equipamentos e utensílios;
  2. Separar os alimentos crus dos alimentos cozinhados;
  3. Cozinhar bem os alimentos (temperaturas superiores a 75 ºC);
  4. Manter os alimentos a temperaturas seguras (abaixo dos 5 ºC ou acima dos 65 ºC);
  5. Usar água e matérias-primas seguras.

“Seguir estas cinco chaves ajuda os consumidores a saber que estão a manipular os alimentos com segurança, evitando a multiplicação de microrganismos.”

“As cinco chaves para a segurança dos alimentos são simples e práticas, e podem ser aplicadas quer nas nossas casas, quer nos estabelecimentos alimentares.”

A acrescentar a isto, as empresas de consultoria técnica, como a Biocheck – Higiene e Segurança Alimentar, Lda., também desempenham um papel fulcral na redução dos riscos alimentares, contribuindo para a manutenção da saúde dos consumidores, uma vez que procuram assegurar que:

  • os sistemas de controlo alimentar dos seus clientes são adequados para o propósito;
  • as empresas alimentares, assim como os seus colaboradores, estão cientes das regras e da legislação em vigor, bem como dos perigos de descurar as normas de segurança alimentar.

Entre em contacto com a Biocheck, Lda. para saber mais sobre os nossos serviços.

Fonte: FAO/WHO

CYBERBULLYING EM CONTEXTO LABORAL, SERÁ QUE EXISTE? Artigo de opinião

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Todos ouvimos falar em bullying. E o que é o cyberbullying?

Como definição é o bullying realizado por meio das tecnologias digitais. Trata-se de um comportamento repetido; com o objetivo de intimidar, ameaçar, enfurecer ou até envergonhar aqueles que são vítimas.

O bullying presencial e o virtual podem acontecer lado-a-lado, porém este último deixa sempre um rasto virtual o que pode tornar útil para ajudar a dar fim aos abusos.

Algumas questões podem aqui ser levantadas:

  1. Diferença entre brincadeira e bullying;
  2. Os seus efeitos na saúde mental e física do trabalhador;
  3. Com quem posso falar sobre este assunto;
  4. Qual o papel das empresas nesta situação;
  5. Sendo a conexão digital importante nas relações profissionais, como devo mantê-las;
  6. Existe punição.

O cyberbullying nas relações de trabalho deve incluir um programa de combate à intimidação sistemática com a construção de um ambiente laboral de relações éticas, códigos de conduta claros e objetivos, canais de denúncia efetivos e com resultados visíveis na Responsabilidade Social da Empresa.

Não deve ser confundido com stresse profissional, ou até com sobrecargas e condições de trabalho, ou mesmo gestão por injúria, agressões e imposições profissionais.

As agendas dos setores empresarias, dos sindicatos e até do Ministério Público devem ter este assunto como objetivo e comprometimento.

Em suma, trata-se de um assédio moral que corresponde à manifestação de práticas hostis por via das tecnologias de informação em que o teletrabalho contribuiu de forma significativa com, por exemplo, a realização de videochamadas utilizando plataformas digitais como o Zoom, Teams, Skype, WhatsApp e o Correio Eletrónico.

Compete a cada um de nós e empresas estabelecer regras sobre o uso de tecnologias.

Luís Rocha

Médico Especialista de Medicina do Trabalho

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA, DUAS VERTENTES INDISSOCIÁVEIS

solar technicians installing solar panels

As máquinas, equipamentos, estruturas dos edifícios e locais de trabalho que não sejam objeto de manutenção regular, acabam por se tornar excessivamente PERIGOSOS.

As ações de manutenção de máquinas e equipamentos de trabalho são obrigatórias e têm por finalidade assegurar que as máquinas e equipamentos reúnem as condições de segurança mínimas na sua utilização. A verificação periódica garante a prevenção de possíveis acidentes de trabalho e doenças profissionais e permite um aumento de vida útil das máquinas e equipamentos.

As ações de verificação e inspeção de máquinas e equipamentos de trabalho devem ser realizadas por organismos competentes. O Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25/02, na alínea f) do art.º n.º 2, descreve como pessoa competente:

“(…) a pessoa que tenha ou, no caso de ser pessoa coletiva, para a qual trabalhe pessoa com conhecimentos teóricos e práticos e experiência no tipo de equipamento a verificar, adequados à deteção de defeitos ou deficiências e à avaliação da sua importância em relação à segurança na utilização do referido equipamento.”

O nível necessário de competência varia de acordo com as inspeções, de acordo com o tipo de equipamento e como/onde o mesmo é usado. Muitas vezes pode ser feito internamente por funcionários experientes, tendo em conta:

  • As recomendações do fabricante;
  • A experiência com o equipamento (o seu uso, fatores particulares do local de trabalho e os trabalhadores que o utilizam).

Manter a manutenção em dia representa benefícios não só para a empresa, mas sobretudo para a saúde e segurança dos trabalhadores.

Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!


Legislação aplicável: Decreto- Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro

SEGURANÇA ALIMENTAR E OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

young woman in medical mask opening pizza box

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é uma iniciativa desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, que define prioridades e aspirações globais para o ano de 2030 em áreas que afetam a qualidade de vida de todos os cidadãos.

Adotada por todos os países – desenvolvidos e em desenvolvimento – dos Estados-Membros, a Agenda 2030 procura mobilizar esforços em torno de um conjunto de objetivos e metas comuns. São 17 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que integram a Agenda 2030 e englobam estratégias para melhorar a saúde e a educação, reduzir a desigualdade, estimular o crescimento económico, combater as alterações climáticas e preservar os ecossistemas.

Os ODS foram desenvolvidos a partir dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), uma iniciativa desenvolvida entre 2000 e 2015, que alcançou um grande sucesso a nível global. Atualmente, o objetivo é chegar ainda mais longe e desencadear novas parcerias para atingir coletivamente os 17 ODS até 2030.

A Segurança Alimentar – no seu sentido mais amplo, que integra a higiene e salubridade dos alimentos (Food Safety) e o acesso suficiente a alimentos nutritivos, seguros e saudáveis (Food Security) – é um dos principais fatores que influenciam a saúde pública e consequentemente, a qualidade de vida da população, tento um papel crucial nas ações coletivas da Agenda 2030.

Nesta perspetiva, a Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu a Estratégia Global para a Segurança Alimentar 2022-2030, uma estratégia destinada a aumentar os níveis de Segurança Alimentar a nível global, apoiando os Estados-Membros nos seus esforços para que esta seja parte integrante nas suas políticas de saúde, agricultura, comércio, ambiente e desenvolvimento.

A Estratégia Global para a Segurança Alimentar 2022-2030 convida todos os países dos Estados-Membros a considerarem “Uma Só Saúde”, isto permitirá detetar e prevenir doenças existentes e emergentes ligadas ao Homem, aos animais e ao ambiente, mitigando assim as questões de saúde pública relacionadas com a alimentação que resultam destas interações.

Sem dúvida, a Segurança Alimentar é um fator fundamental para alcançar os ODS, e está especialmente relacionada com:

ODS 1 – Erradicar a pobreza: As doenças de origem alimentar são uma das principais causas de doença agudas ou crónicas nas populações mais carenciadas podendo, em casos extremos, levar à morte.
ODS 2 – Acabar com a fome: Uma fraca alimentação, reduz a absorção de nutrientes, principalmente em grupos vulneráveis, estando fortemente associada à desnutrição. A presença de perigos alimentares pode levar à escassez de alimentos.
ODS3 – Vida Saudável: As doenças de origem alimentar têm um impacto negativo nas populações mais vulneráreis, sendo que, muitas destas doenças são causadas pelo consumo de alimentos inseguros.
 ODS 12 – Produção e consumo sustentáveis – Reforçar a capacidade regulamentar, científica e tecnológica de cada país pode assegurar padrões sustentáveis de produção e consumo de alimentos cada vez melhores.

Além destes, de acordo com a Estratégia Global da OMS, a Segurança Alimentar está também diretamente interligada ao ODS 6 – Água e Saneamento, ODS 8 – Trabalho digno e crescimento económico e ao ODS 17 – Parcerias para o desenvolvimento.

Este protejo delineia os passos iniciais para as ações que devem ser adotadas a nível de Sistemas de Segurança Alimentar para melhorar a qualidade e disponibilidade dos alimentos, garantindo um futuro próspero para Todos.

Se estiver interessado em implementar um Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar e, desta forma, contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nós podemos ajudar!

Entre em contacto com a nossa empresa através do nosso site www.biocheck.pt.


Referências:

BCSD Portugal. (s.d.). Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Consultado em https://ods.pt/ods/

Feed the Future. (2021). The Integral Role of Food Safety in Strengthening Food Systems. The U.S. Government’s Global hunger & food security initiative.

Grace, D. (2017). Food safety and the sustainable development goals.

WHO. (2022). WHO global strategy for food safety 2022–2030: towards stronger food safety systems and global cooperation. Executive summary

A CIBERSEGURANÇA E A SEGURANÇA NO TRABALHO

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A segurança no trabalho é uma preocupação essencial para empresas de todos os setores, mas à medida que as mesmas se tornam mais dependentes da tecnologia, a cibersegurança também ganha um papel relevante na própria segurança no trabalho. Com o aumento do trabalho à distância e a crescente ameaça de ataques informáticos, é importante que as empresas protejam os seus colaboradores e os seus dados.

A cibersegurança começa com o user awareness. A formação sobre as melhores práticas de segurança, como o uso de palavras-passe seguras e a atualização regular dos softwares. E para cumprir este objetivo a formação profissional neste tema é fundamental para que cada colaborador, seja ele próprio, um Agente Especial de Cibersegurança.

Além disso, é importante que as empresas implementem políticas de segurança abrangentes, que incluam a criptografia de dados sensíveis, a implementação de firewalls e a realização regular de auditorias de segurança. As empresas também devem ter planos de contingência para lidar com possíveis quebras de segurança e estar preparadas para reagir rapidamente a qualquer ameaça.

Os colaboradores que estão a trabalhar a partir de casa, devem ser orientados sobre como podem proteger seus dispositivos pessoais e redes domésticas para evitar os ataques.

Além disso, é importante que as empresas tenham em mente a segurança física dos colaboradores nos seus locais de trabalho, garantindo que os sistemas de segurança, como camaras e alarmes, estão a funcionar corretamente.

A relação entre segurança no trabalho e cibersegurança é clara: a cibersegurança tornou-se uma parte essencial da segurança no trabalho. As empresas precisam proteger a informação e os colaboradores para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável.

PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES COM EMPILHADORES

a man driving a forklift
Empilhador

O empilhador é a máquina (veículo) de trabalho mais utilizada em armazém em tarefas que envolvem movimentação mecânica de cargas. Mas para a Segurança do Trabalho, a sua utilização do requer medidas preventivas para evitar situações perigosas e consequentes acidentes.

Tecnicamente, um empilhador é capaz de levantar, baixar e transportar cargas que são consideradas pesadas evitando que sejam movimentadas por um trabalhador.

No que concerne às atividades de logística e à movimentação de mercadorias, por ano ocorrem mais de 50 mil acidentes em todo o mundo. Embora este número tenha sido reduzido nos últimos anos, há ainda muito trabalho a ser feito em termos de segurança preventiva. Os erros que podem ser encontrados nestas áreas logísticas são comuns nas várias aplicações. No entanto, em muitos casos, estes acidentes podem ser evitados de forma fácil e simples.

Uma má prática pode resultar em grandes custos para a empresa, não só económicos, mas também custos humanos.

Por outro lado, deve ser tido em conta que, após um acidente, a taxa de produção sofre uma queda à medida que os colaboradores perdem a confiança na empresa.

Isto pode voltar a acontecer, mas é necessário tomar medidas preventivas para o evitar, é necessário analisar o que falhou para não se tornar a repetir novamente.

PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES COM EMPILHADOR

  • Falta de manutenção do equipamento;
  • Erro mecânico na utilização (por fraca ou inexistente manutenção);
  • Condução inadequada (por vezes associada ao excesso de confiança do condutor);
  • Distração do manobrador;
  • Mau acondicionamento da carga ou mesmo carga em excesso sob os garfos;
  • Inexistência de utilização de EPI’s (equipamento de proteção individual) por parte do condutor;
  • Falta de corredores de segurança – zonas de circulação;
  • Pavimentos irregulares e lay-out das instalações inadequado;
  • Condutores SEM FORMAÇÃO ESPECÍFICA.

CARTA DE MANOBRADOR DE EMPILHADOR

Manobrador de empilhador

A legislação relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho, Decreto-Lei n.º 50/2005 de 25 de fevereiro refere no número 1 do artigo 32.º:

“Os equipamentos de trabalho automotores só podem ser conduzidos por trabalhadores devidamente habilitados.”

A formação referida pode ser promovida pelo empregador, por entidade formadora certificada para o efeito ou por estabelecimento de ensino reconhecido pelo ministério competente e dá lugar a emissão de certificado e registo na caderneta individual de competências nos termos do regime jurídico do sistema nacional de qualificações – Plataforma Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO). A formação deve ser assegurada por formador devidamente habilitado.


A Medilogics tem à sua disposição esta formação certificada com formadores habilitados!

Aceda ao nosso site: https://formacao.medilogics.pt/

A melhor forma de evitar os acidentes de trabalho com empilhadores é garantir a manutenção e ter condutores especializados!

Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!

Fonte: ACT

TEAM BUILDING É IMPORTANTE NA MOTIVAÇÃO DE EQUIPAS DE TRABALHO. JÁ EXPERIMENTOU?

O Team Building é uma das melhores ferramentas de criação, formação e gestão de equipas que podemos aplicar na dinâmica empresarial, em termos práticos consiste na realização de atividades utilizadas para criar e reforçar as relações entre colegas de trabalho através de um conjunto de atividades organizadas pela empresa.

Estas atividades permitem reforçar o espírito de equipa e contribuir para melhorar o crescimento profissional e pessoal de todos os colaboradores.

Embora seja possível encontrar muitas atividades de Team Building diferentes, todas elas nos permitem construir equipas muito mais fortes e eficientes, criar um sentimento de pertença à empresa, incentivar uma comunicação muito mais eficaz e saudável e também incentivar atitudes positivas no local de trabalho.

Não importa se estamos a falar de uma pequena empresa ou multinacional, todas podem beneficiar dos seus benefícios, porque motiva os colaboradores e reforça os laços, e impulsiona o trabalho em equipa. Para a realização das atividades de Team Building é necessário trabalharem conjuntamente para alcançar os objetivos

BENEFÍCIOS DO TEAM BUILDING:

Team Building
  • Aumento da motivação dos colaboradores: a motivação é a chave para a produtividade, colaboradores motivados são também mais felizes no seu posto de trabalho;
  • Aumento de espírito de equipa: os colaboradores sentem-se inseridos numa equipa;
  • Melhoria das relações interpessoais: as atividades de Team Building melhoram as relações entre colegas de trabalho;
  • Melhoria da comunicação: a comunicação é muito importante para uma empresa funcionar bem;
  • Propícia a criatividade: estimula a criatividade e a forma de solucionar problemas;
  • Melhoria do clima organizacional: diminui os conflitos internos de uma empresa;
  • Descoberta de aptidões como a liderança.

Podemos encontrar dinâmicas de atividades físicas, que podem ir desde competições de paintball a jogos de futebol ou caças ao tesouro ou voluntariado, sendo que um dos melhores cenários para este tipo de dinâmicas são ambientes ao ar livre.

Desta forma as dinâmicas de Team Building apresentam um grande potencial para fomentar a ligação da sua equipa e desenvolver o Bem-Estar Social.

As empresas que se preocupam com o conforto dos seus colaboradores são mais orientadas a ter colaboradores produtivos, motivados, satisfeitos e saudáveis.

Prevenir a sua segurança e saúde é crucial!

Fontes: https://workwell.pt/saude-mental-empresas/