Linhas Orientadoras para a Intervenção em Comportamentos Aditivos no Contexto Laboral – Um Marco para Ambientes de Trabalho Mais Seguros

Na passada sexta-feira, 4 de abril, o Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências (ICAD, IP) publicou as novas “Linhas Orientadoras para a intervenção em Comportamentos Aditivos no Contexto Laboral”. Este documento, elaborado em colaboração com várias entidades, incluindo a Direção-Geral da Saúde (DGS), estabelece orientações práticas que visam apoiar as organizações na prevenção e gestão do consumo de substâncias psicoativas e dos comportamentos aditivos nos locais de trabalho.
Porque é que este documento é tão importante?
Esta publicação tem como objectivos principais:
Promover a Saúde e a Segurança: Reforçar a obrigação de proporcionar um ambiente laboral seguro, com uma avaliação contínua dos riscos – inclusive os psicossociais – integrada nas políticas de prevenção.
Definir Papéis e Responsabilidades: Esclarecer as funções do empregador, dos profissionais de saúde, dos técnicos de segurança e dos próprios trabalhadores, de forma a assegurar uma intervenção integrada e eficaz.
Integrar Boas Práticas e Bases Legais: Apresentar um enquadramento legal rigoroso, reunindo exemplos de boas práticas fundamentadas na legislação nacional, que servem de referencial técnico e orientador para as intervenções.
Sensibilizar e Capacitar: Incrementar a literacia em saúde através de ações formativas e campanhas de sensibilização, promovendo escolhas mais saudáveis e a redução dos riscos associados ao consumo de substâncias.
Conteúdo e abordagens do documento
Entre os diversos aspetos abordados, destacam-se as fases de planeamento e operacionalização das intervenções, bem como a importância da consulta e participação ativa dos trabalhadores. O documento define de forma clara o papel de cada interveniente, nomeadamente os profissionais de saúde e os técnicos de segurança, garantindo que a prevenção e a dissuasão de comportamentos aditivos se traduzam na criação de um ambiente de trabalho mais saudável e seguro.
Impactos positivos para as organizações
Num cenário em que o ambiente de trabalho é cada vez mais determinante para a qualidade de vida dos colaboradores, a aplicação destas orientações poderá:
Elevar a produtividade e a competitividade, reduzindo o absentismo e promovendo uma maior motivação dos trabalhadores.
Contribuir para a criação de espaços laborais mais seguros e saudáveis, onde o cuidado com a saúde mental e o bem-estar caminhem juntos com o desempenho profissional.
Reforçar o compromisso institucional com a cidadania empresarial e a não discriminação, respeitando sempre a privacidade e os direitos fundamentais dos trabalhadores.
Mais informação
O documento completo encontra-se disponível no site do ICAD (www.icad.pt) e na sua página de Facebook, onde são partilhadas atualizações e boas práticas que ajudam a construir ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis.
Convidamos todos os nossos parceiros a refletirem sobre estas orientações e a envolver as suas equipas na implementação de medidas que, além de cumprir as exigências legais, promovam uma cultura de prevenção e bem-estar.
Caso tenham dúvidas ou necessitem de esclarecimentos, a nosso parceiro, NVidas Lda, encontra-se disponível para dialogar e partilhar experiências.
Entre em contacto – https://nvidas.pt/home/





Muitas pessoas demonstram receio em doar sangue por não entenderem realmente em que consiste o processo. Todo o percurso da dádiva iniciando-se na inscrição, passando pela triagem clínica, colheita e terminando numa pequena refeição, demora em média aproximadamente 30 minutos. Se por um instante pensar no bem que faz com a sua dádiva de sangue, rapidamente concluirá que a falta de tempo não é uma boa razão. O candidato a dador é avaliado por um profissional de saúde qualificado que determina a sua elegibilidade para a dádiva de sangue, através de uma avaliação clínica e exame físico – determinação do seu peso, altura, hemoglobina e tensão arterial. A avaliação das pessoas candidatas a dádiva de sangue baseia-se nos critérios mínimos de elegibilidade, e na avaliação individual de comportamentos de risco, com vista a garantir a segurança das pessoas recetoras. Uma unidade de sangue doada tem 450 ml. Esse é o volume que se pode colher sem prejudicar o dador. Se o dador tiver no mínimo 50kg de peso e 1,5m de altura então tem um volume total de sangue superior a 5 litros. Em pouco mais de 10 minutos (tempo que leva uma doação de sangue) podemos perder 9% do volume total de sangue sem que nos sintamos mal. Não prejudica quem dá e só traz vantagens para quem recebe.



uma avaliação simplificada anual (ASA) de requisitos relacionados com a qualidade do ar interior, a realizar por técnicos de saúde ambiental.



You must be logged in to post a comment.